Sobre mim

Soluções jurídicas especializadas no Direito das Mulheres

Clara Fiorotti é advogada com ampla experiência na defesa dos direitos das mulheres e na promoção da justiça social.


Graduada em Direito pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e especialista em Processo Civil pela PUC Minas, construiu uma trajetória sólida, atuando em instituições como o Tribunal de Justiça e a Defensoria Pública, além de escritórios em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, com foco em processos estratégicos e atendimento humanizado.


Há anos, integra o Projeto Justiceiras, oferecendo suporte jurídico a mulheres vítimas de violência de gênero, e atua pro bono na Ouvidoria Feminina da UFOP.


Hoje, lidera uma advocacia especializada em Direito das Mulheres, Criminal, Direito de Família e Direitos Humanos, promovendo soluções jurídicas eficazes e acolhedoras.

Verificações

Clara Fiorotti, Advogado
Clara Fiorotti
OAB 218.067/MG VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
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Desde Agosto de 2023

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Ana Cristina, Professor
Ana Cristina
Comentário · há 9 dias
Excelente e esclarecedora matéria. A irresponsabilidade familiar, comumente normalizada no Brasil, para com aqueles que se dedicam ao cuidado de familiares e/ou às tarefas domésticas (sozinho ou de forma majoritária) ignora a ceu aberto os princípios básicos da razoabilidade, do bom senso e das normas de regência e torna essencial o intermédio voraz da justiça nos casos em questão. Pelo tanto de leis que temos, isso não deveria ser um problema, se a promessa de que "logo você se vira" nao fosse algo comentado não somente nas bodegas do país, mas também nos tribunais por parte de juízes, promotores e outros profissionais. O familiar que obteve vantagens (do tipo laboral e/ou de carreira, econômica, financeira, patrimonial, sexual, de lazer de forma geral, de descanso entre outras) com a não realização de seus deveres familiares, muitas vezes conhecido como pai ou marido, mas não somente estes, muitas vezes, acaba na prática sendo APOIADO em muitas das audiências não gravadas/auditadas do judiciário brasileiro. A justiça, local último da esperança terrena de quem "ficou para cuidar de tudo que é essencial à vida", normalmente conhecida como mãe (mas não somente) no lugar "dos que abandonaram seus deveres" de algum modo, acaba sendo somente MAIS UM lugar de abuso, humilhação, constrangimento, injustiça e violência patrimonial.

Quem passa por isso, entendendo ou não de lei, com toda certeza sai com a certeza da impunidade e da falta de aplicação da lei por aqueles que deveriam fazê-lo.

As aberrações ditas por muitos juízes e promotores diante de uma MÃE que busca auxílio conseguem ser mais violentas que o roubo da vida desta feito por quem deveria partilhar os deveres; enriquecem pais que abandonam; aumenta o empobrecimento feminino; estimulam divórcios; usam de misóginia; ignoram o direito de família, o direito da criança e a lei Maria da Penha (sim, há a violência patrimonial em quase todos os casos); e, por fim, envergonham o nosso povo.

As atas das audiências também são sucintas em geral e "evitam texto demais", deixando de retratar o que de fato ocorre.
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